terça-feira, 30 de julho de 2013

Livro revela atestado de loucura do artista Bispo do Rosário e sua carreira de lutador



Um detalhe chama a atenção no primeiro prontuário médico escrito sobre Arthur Bispo do Rosário. Descrito como "calmo, de olhar vivo", com "ares de importância" e "fisionomia alegre", o paciente também podia associar "ideias com extravagância".
Não parece o diagnóstico de um louco, mas esse documento atestou loucura suficiente para que o artista sergipano, que morreu aos 80, em 1989, ficasse internado primeiro no hospício da Praia Vermelha e mais tarde na Colônia Juliano Moreira, no Rio.

domingo, 28 de julho de 2013

O PAPA É POP, E ESTÁ NA GLOBO!



Impressionado e felicíssimo com a entrevista cedida a Rede Globo de televisão, do Papa Francisco. Sua sensatez e lucidez são exemplos a serem seguidos por todos nós, cristãos católicos ou não. Sua capacidade de falar de política e religião sem cair na obviedade é fantástica, além de conciliadora. Há muito tempo não via um "Papa" com tamanha sociabilidade e compaixão, que vive o quê prega. Me perdoe o "Papa Bento XVI", mas Jorge Mario Bergoglio é o "Papa"!

A entrevista foi bem conduzida, com perguntas pertinentes e respostas simples e complexas ao mesmo tempo, mas associadas com um bom toque de amor e, quem diria, humor. Francisco, ao meu ver, é um homem simples, de pés no chão, que entende o sofrimento alheio e se preocupa com cristãos do mundo. Graças à Deus, um Papa real, vivo, e não uma figura de "correspondência". E nessa ERA de Facebook, esse é o homem certo no lugar certo. E carpe diem para todos nós!

quarta-feira, 24 de julho de 2013

O Papa não é um "quadro".



A escolha de um líder nunca é tarefa fácil, principalmente porque há múltiplas emoções envolvidas numa escolha. Também tem as questões políticas, sociais e no caso de uma Igreja, a católica, escolher um novo Papa foi tarefa extremamente cautelosa. Os motivos disso foram vários, afinal, não estamos exatamente no melhor momento dessa. Mas escolher Francisco foi no mínimo de uma sensatez e racionalidade simplesmente incríveis, pois é a pessoa certa para corrigir os diversos problemas que assolam a Igreja. A começar pela origem, pois como todos sabem, é o primeiro papa do continente americano, além de ser o primeiro jesuíta a se tornar papa, e isso faz toda a diferença, pois é um "homem" que vive socialmente o que prega em um ambiente que nem sempre isso acontece. É claro que dentro da Igreja haverá aqueles, poucos, que não concordam com as quebras de protocolos do novo papa, mas a esses nem podemos nos importar, pois se incomodam até mesmo se o papa não está usando os sapatos vermelhos ou o crucifixo de "ouro". Esse é o Papa de Jesus, o Papa de Francisco, o Papa para a grande massa de católicos pobres, que vivem a desesperança, que necessitam de uma ajuda espiritual que esteja mais próximas delas. Não precisam de um papa "quadro", aquele que serve unicamente como uma figura de exposição, alienada aos problemas sociais mundiais.

Em muitos anos, ao meu ver, voltamos a uma igreja feita de homens, simples e comprometidos com causas que me afetam, e com certeza, afetam a grande maioria dos católicos. O senhor Jorge Mario Bergoglio, ou simplesmente Francisco, é de fato o "meu Papa". 

terça-feira, 23 de julho de 2013

Super herói brasileiro...BOM DEMAIS!

Poucos cineastas brasileiros ousam se arriscar na ficção, mesmo depois do avanço da tecnologia e do barateamento dos equipamentos.
Má há indícios de que esse desprezo pelo gênero pode mudar, já que alguns jovens estão ganhando destaque internacional nesse terreno arenoso da ficção científica.
O principal trabalho do tipo é o curta-metragem "The Flying Man", escrito, dirigido e financiado pelo brasiliense Marcus Alqueres, 34, que fez desenho industrial na UFRJ e há oito anos trabalha fora do país como animador. Outros brasileiros fizeram parte da sua empreitada: o roteirista Henry Grazinoli, o animador João Sita e o compositor Roger Lima, que fez a trilha sonora.




Segundo o jornal virtual ESTADÃO, na apresentação do papa Francisco, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, cumprimentou o pontífice no palco, mas não a presidente Dilma Rousseff. Durante a cerimônia, o ministro só não foi mais aplaudido que o próprio papa.



Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,joaquim-barbosa-ignora-presidente-,1056281,0.htm

sexta-feira, 19 de julho de 2013

quinta-feira, 18 de julho de 2013

CAMA que se auto arruma...Veja o video!

Sabe aquela preguiça enooorme que dá – depois da longa briga para levantar da cama (principalmente no frio) – de esticar o lençol e deixar tudo arrumadinho? Pode dizer adeus a ela!
E antes que pergunte, não, você não vai deixar tudo embolado e largado.
Eis que inventaram a cama auto-arrumável. Isso mesmo, ela se arruma sozinha. Pode parecer loucura mas não é, na verdade é bem simples. Olha só como funciona:



Fonte: www.284brasil.com

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Dois carros pelo preço de um



Elie Chauvin não pretendia comprar um carro novo quando parou na revendedora local da Hyundai. Mas o construtor aposentado acabou saindo com dois carros pelo preço de um.

A oferta promocional feita em Nîmes, na França - na compra de um utilitário Crossover ix35, você leva um mini i10 pelo valor de € 1 - é mais uma prova de que a Europa é um paraíso para o comprador de carros e um pesadelo para as montadoras. "Foi a oferta que recebi", disse Chauvin. "Eu não teria nem trocado o carro. Não agora."

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,na-europa-dois-carros-pelo-preco-de-um,1053890,0.htm

segunda-feira, 15 de julho de 2013

ASSUSTADOR: Precisamos Falar sobre Kevin, o filme.



Já assisti a filme apavorantes, como "O exorcista" ou o "Iluminado", mas ambos eram grandes histórias de ficção, e nada mais. Mas fui pego de surpresa com esse filme, "Precisamos falar sobre Kevin", da diretora Lynne Ramsay,  baseado no romance/pesquisa de Lionel Shriver, livro de título homônimo. Inclusive, já estava interessado em comprar esse livro, não tenho mais dúvidas, vou comprar.

A história é até bastante simples, mas apresentada em flashbacks como um verdadeiro quebra-cabeças que a princípio torna o filme meio irritante, mas a medida que vamos sendo apresentados ao "pequeno Kevin" e sua mãe, interpretada pela ótima  atriz Tilda Swinton, impressionante como Eva, o filme toma outro ritmo

Um filme de teor psicológico, com muitos fundamentos filosóficos e sociais, que coloca em dúvidas a capacidade de "qualquer pessoa" poder educar uma criança. O casal do filme é exatamente como muitos de nós, brigam, amam, nesse caso vivem bem financeiramente, mas têm suas frustrações que não são sanadas no devido tempo, pior, educam com excesso de permissividade e falta de controle que tornam o pequeno príncipe, Kevin, um verdadeiro Hannibal Lecter de violência. Muitas cenas em ambientes vermelhos, numa clara indicação de grandes sintomas de transtornos psicológicos das personagens. Não se engane, não é um filme para a galera do "Silêncio dos Inocentes" ou Hollywoodianos, está mais para Elefante de Gus Van Sant, um verdadeiro drama familiar com requintes de crueldade.

Segundo alguns sites, a escritora Shriver estudou diversos casos verídicos para criar sua história do assassino serial Kevin, e Lynne levou uma hora e cinqüenta para que nós concluíssemos que: Todo psicopata, ou a maioria ao menos, nasce de uma educação doente, de pais permissivos e doentes, que não assumem responsabilidades e nem cumprem suas obrigações( e não são poucas ), de serem verdadeiramente pais.

Se vocês concordam ou não com isso é trivial no desenvolver do filme, pois ele é claro como nuvem nesse quesito, mas assustador como só a violência consegue ser. E não foi preciso nenhuma cena explícita para apavorar, a simples família de Kevin já faz o bastante.


Terminei o filme com uma certeza...Comprar o livro!!!

DC anuncia versão futura da Liga da Justiça




Justice League 3000 vai contar com os principais super-heróis da DC. Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Flash, Lanterna Verde… Todos lá. O desafio na hora de escrever a história é bem maior. Surge a necessidade de ser mais icônico. “Essa revista… Nós temos os grandões!”, comemorou o Giffen em entrevista ao CBR News.
Como o nome indica, a HQ se passa daqui mil anos, ou seja, no século XXXI, o mesmo da Legião dos Super-Heróis. “Eu amo o século XXXI”, resumiu o roteirista. Além disso, o gibi se passará dentro da atual continuidade pós-reboot, de Os Novos 52.
De certa forma, Justice League 3000 chega para preencher a lacuna deixada pelo gibi da Legião, que foi cancelado.

Fonte: rquadrinhos.blogspot.com

sábado, 13 de julho de 2013

Leandro Erlich em Londres.




O artista argentino Leandro Erlich produziu uma instalação pública em Londres capaz de deixar qualquer um relativamente perturbado, ainda que seja apenas por vídeo ou foto.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Muda Brasil, Brasil muda!



Fico imaginando quais as possibilidades de eu me tornar um dia, remoto, partidário de algum partido político, mas isso parece ao menos hoje, quase impossível. O Brasil passou por tantas que não consigo imaginar uma representação fiel aos meus pensamentos ideológicos. E nem sou tão exigente, só exijo realmente três coisas de um partido, mas que nunca encontro:
1º- Total honestidade de seus integrantes(Rsrsrsrs...Sei que é Utópico, também dei risadas);
2º- Não tornar a política uma profissão(Rsrsrsr...Isso tá ficando cada vez mais hilário, eu sei);
3º- Foco principal do partido seja a "educação" e a "saúde"(Kkkkkkk...Eu sei, eu sei);
Mas fazer o quê, sou um sonhador, afinal, sou professor.
Seria interessante entender que meus desejos não são fantasiosos, apenas não são possíveis nos dias de hoje, na nossa política atual. Não sei se haverá um dia essa transparência que tanto almejo, mas minha visão social me diz que o contrário entrará, como já estamos vendo, em colapso total. Não é possível viver de propaganda enganosa o tempo todo, a sociedade se alimenta, se veste, fica doente, vai ao mercado e enfim, consome diariamente, assim, seu poder aquisitivo de compra está diretamente associado a condução política atual. Em algum momento as pessoas agem, e não apenas com passeatas, mas com violência e depredação, como resultado de indecorosas políticas que criam verdadeiras máfias governamentais.
Se me perguntarem qual a solução dessa bagunça, sempre direi, às urnas. Mas não adianta votar em candidatos que representam seus partidos ou a eles mesmos, votemos em homens de históricos de caráter, de construção social pluralista, que vejam a política como meio para ajudar a sociedade a crescer. Não votemos em candidatos jogadores oportunistas, ou candidatos palhaços oportunistas, mais ainda, não votemos em candidatos que confundem as urnas com suas igrejas e templos, mas votemos em homens dignos, de mentalidades abertas, que sejam claramente voluntários.

O Brasil está cansado dessas corrupções eternas, mas nós também temos que policiar a sociedade, que fura a fila, que joga lixo no chão, que vandaliza patrimônios alheios. Brasil precisa mudar, mas deve começar por nós mesmo. Muda que o Brasil muda também! 

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Ursinho de pelúcia misterioso


Animal foi deixado ao lado de foto de 1918 em que ele próprio apareceria.
Aeroporto de Bristol divulgou história para tentar achar dono do ursinho.

Autoridades do aeroporto britânico de Bristol estão tentando decifrar um mistério: um antigo ursinho de pelúcia foi esquecido na sala de embarque, ao lado de uma fotografia datada de 1918 em que, aparentemente, o mesmo urso aparece.
Na foto, em branco e preto, aparecem duas crianças. No verso, está escrito: "para nosso querido Papai" e "com amor, de sua amada filha e Sonia".
A anotação está assinada por Dora, que seria uma das crianças, e Glyn, que, segundo o pessoal do aeroporto, seria o nome do urso.
O urso, que foi apelidado de "Urso de Bristol", está um pouco danificado.
O pessoal do aeroporto divulgou fotos do urso e da antiga fotografia para tentar descobrir quem é o seu dono.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

AMERICANO GANHA A VIDA COMO APONTADOR DE LÁPIS



MILÃO - Bizarro, excêntrico, insensato, louco e genial. Esses são os adjetivos (ao menos os publicáveis) que costumam acompanhar o nome do ex-cartunista americano David Rees. Tem sido assim desde que ele decidiu abandonar o desenho e enveredar pela carreira de apontador de lápis profissional. Pois é, essa profissão existe.


David era um bem-sucedido humorista político nos Estados Unidos, criticando o governo de George W. Bush desde os atentados de 11 de setembro. Mas os quadrinhos “Get Your War On”, publicados no site de David, chegaram ao fim com a vitória de Barack Obama nas eleições americanas de 2008.

— Não tinha mais o personagem Bush para brincar, e eu queria fazer algo menos intelectual e mais manual — justifica.

A paixão pelo lápis não é recente. Afinal, esse era o principal instrumento de trabalho de David como desenhista. Mesmo assim, após aposentar sua coluna satírica, ele buscou emprego como recenseador. Quem diria, o cartunista passou a ter como rotina diária o preenchimento de formulários — coisa que fazia, claro, sempre munido de um lápis e um apontador.

— Foi como voltar no tempo. A sensação era a mesma que sentia quando ia à escola — explica David. — Assim que acabei o recenseamento decidi abrir meu próprio negócio: apontar lápis.

O novo empreendimento levou algum tempo para ser colocado em prática. David estudou, especializou-se em várias técnicas para apontar lápis. Quando colocou no ar o seu novo site, muita gente achou que fosse brincadeira.

— Houve quem me escrevesse dizendo que era uma porcaria, para não falar dos impropérios impublicáveis — conta um sorridente apontador, que hoje tem ateliê no Vale do Hudson, estado de Nova York.

Os primeiros clientes de David foram amigos que trouxeram outros amigos e, assim, a troca de informações rápida das redes sociais foi fundamental para o apontador de lápis. Mas se a tecnologia foi necessária para divulgar o trabalho (e não é assim para todo mundo, hoje?), David trabalha com ferramentas que já existiam muito antes de qualquer PC: uma maleta repleta de apontadores, estiletes, lâminas, apontadores a manivela, chaves de fenda, lixas, uma tesourinha e, claro, muitos lápis — a maioria desses são os amarelos número 2.

— Um dos meus primeiros clientes foi um casal que vivia em uma fazenda no interior dos Estados Unidos. Fui convidado a participar de um evento beneficente organizado por eles. Fiquei para almoçar e apontei uma grande quantidade de lápis alemães que eles tinham guardados — lembra o apontador profissional, que finaliza sua obra afiando com uma lixa ainda mais a ponta dos lápis.

A fama de artesão se espalhou pelo país e, hoje, David aponta os lápis da escritora americana Elizabeth Gilbert, autora do best-seller “Comer, Rezar e Amar”, e do cineasta Spike Jonze, diretor de “Quero ser John Malkovich”.

— Entre meus clientes há artistas, professores e mães que querem que os filhos cheguem ao primeiro dia de aula com lápis perfeitos. Mas há quem veja meus lápis como esculturas e prefira exibi-los na prateleira — conta, explicando que designers e artistas preferem lápis mais macios como o 2B. Já engenheiros e arquitetos são adeptos do 2H.

David cobra entre US$ 35 (EUA) e US$ 40 (exterior) para apontar lápis. E os entrega em tubinhos de plástico e com certificado de garantia.

Bons grafites e cedro vermelho: fundamentais

Tempo e paciência são fundamentais para um processo artesanal. A pressa — também para apontadores de lápis — é inimiga da perfeição.

— É um trabalho que requer dedicação, um bom produto e muita atenção. Às vezes chego a levar 45 minutos para apontar um só lápis — diz David, que utiliza somente os lápis amarelos número 2 da General Pencil, uma empresa familiar de Nova Jersey, que está no ramo há mais de 100 anos. — A qualidade do produto é muito importante. Os melhores são feitos com bons grafites e cedro vermelho. E quanto mais antigo melhor — explica.

Aos 40 anos — ele atua há três como apontador profissional — David decidiu publicar um livro em que ensina os segredos de sua profissão. E ele deve realmente entender do que se trata, já que tem uma coleção com mais de 10 mil lápis, muitos rigorosamente apontados.

“How to sharpen a pencil” (Como apontar um lápis, na tradução literal) é uma verdadeira enciclopédia que pretende explicar ao leitor como escolher um bom lápis, o tipo de ponta, qual o melhor apontador, e pode acreditar, traz uma infinidade de dicas e críticas. “Lapiseiras, por exemplo, são uma porcaria. Assim como são muito ruins os lápis fabricados na China”, escreve David no livro.

Há também capítulos dedicados integralmente a como distinguir um bom lápis e como evitar a “insuportável” quebra interna do grafite. Eis a dica: “Comprar um lápis de qualidade e apontá-lo delicadamente, sem pressa. Não desista facilmente se a ponta quebrar.... Vale a pena insistir”.

Nos últimos três anos David já apontou cerca de 1.630 lápis. Coisa pouca é bobagem.

Americanos preferem os modelos com borracha

A devoção de David Rees por seus lápis já foi comparada a do escritor britânico Roald Dahl, autor de “A fantástica fábrica de chocolate”, que, para iniciar suas obras, precisava se munir de exatos seis lápis amarelos número 2.

— O lápis faz parte da memória de quase todos nós. É um instrumento de comunicação. O cheiro, a textura, a forma. É também democrático, pois custa pouco — filosofa o apontador, que pretende expandir seus negócios para outros países. Para isso ele estuda as características e as preferências do mercado.

— Os europeus são adeptos dos modelos simples. Já os americanos gostam mais do lápis com ponta de borracha inventado, em 1853, por Hymen Lipman — esclarece David, que parece acreditar que seus compatriotas erram mais ao escrever que os vizinhos do Velho Continente.

Erros à parte, a devoção ao lápis parece ser americana. O país até criou uma data nacional comemorativa: 30 de março. Alguém falou em excentricidade?


Leia mais sobre esse assunto em http://ela.oglobo.globo.com/vida/americano-ganha-vida-como-apontador-de-lapis-profissional-8497218#ixzz2XoF1HPwm
Copyright © 2013 O Globo S.A.